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As Sete Operações Alquímicas (parte II)
By : Ricardo
Concluindo a postagem anterior (Aqui) onde abordamos as três primeiras operações, vamos agora as quatro ultimas. São elas:
CONJUNÇÃO
CHAKRA CARDÍACO
Quimicamente, é a recombinação dos elementos da separação para uma nova substância. No Experimento Arcano, a Conjunção é simbolizada por um composto conhecido como nitrato cúbico-salitre ou nitrato de potássio, que os alquimistas chamavam de Natron ou simplesmente sal. Ácido Natron de cor azul ( Aqua fortis ) foi feita através da mistura de nitrato de potássio com ácido sulfúrico, e foi utilizado para separar a prata de ouro. O resíduo inerte precipitou a partir do ácido durante a reação como uma criança nascendo.
Psicologicamente, é a capacitação de nosso verdadeiro eu, a união de ambos os lados masculino e feminino da nossa personalidade em um novo sistema de crenças ou um estado de consciência intuitiva. Os alquimistas referem-se a ele como a Pedra Menor, que depois de ser atingido, o adepto é capaz de discernir claramente o que precisa ser feito para alcançar a iluminação duradoura, que é a união com o Eu Superior. A partir daí, as sincronicidades começam a ocorrer confirmando que o alquimista está no caminho certo.
Na sociedade é a dominação da tecnologia e artesanato.
Em Nível Planetário a Conjunção ocorre quando formas de vida primordiais são criadas a partir da energia do Sol ou de um raio.
FERMENTAÇÃO
CHAKRA LARÍNGEO
A fermentação é um processo de dois passos que começa com a putrefação da "criança" hermafrodita da conjunção resultando na sua morte e ressurreição para um novo nível de ser. A fase de fermentação, em seguida, inicia-se com a introdução de uma nova vida para o produto da conjunção para fortalecê-la e garantir a sua sobrevivência.
Quimicamente, a fermentação é o crescimento de um fermento (bactérias) em soluções orgânicas, como ocorre na fermentação de leite para produzir coalhada, queijo ou na fermentação das uvas para produzir vinho. No Experimento Arcano, o processo de fermentação é representado por um composto chamado Liquor Hepatis, o que é, uma mistura marrom-avermelhada oleosa de amônia e sulfeto de hidrogênio podre com cheiro de ovo podre. Alquimistas egípcios fizeram amônia aquecendo esterco de camelo em recipientes fechados e viram nisso como uma espécie de Mercúrio refinado que encarna a força da vida. Licor Hepatis significa "Licor do Fígado", que eles acreditavam que era a sede da alma, e a cor que associavam com o composto era verde, a cor da bile. Surpreendentemente, Liquor Hepatis exala um perfume maravilhoso, e os alquimistas fizeram um perfume do que chamou de "bálsamo da alma."
Psicologicamente , o processo de fermentação começa com a inspiração do poder espiritual do Alto que reanima, energiza e ilumina o alquimista. A fermentação pode ser alcançada através de várias atividades que incluem intensa oração, desejo de união mística, desagregação da personalidade, terapia trans pessoal, drogas psicodélicas e meditação profunda. A fermentação é viva inspiração de algo totalmente além de nós.
Na sociedade, a experiência de fermentação é a base da religião e consciência mística.
Em Nível Planetário é a evolução da vida para produzir uma consciência mais elevada.
DESTILAÇÃO
TERCEIRO OLHO
Quimicamente, é o ponto de ebulição e de condensação da solução fermentada para aumentar a sua pureza, tal como ocorre na destilação do vinho para fazer conhaque.
Psicologicamente , Destilação é a agitação e sublimação de forças psíquicas é necessário para garantir que nenhuma impureza do ego inflado ou identidade submersa sejam incorporados a próxima e última etapa. Destilação pessoal consiste em uma variedade de técnicas introspectivas que elevam o conteúdo da psique para o mais alto nível possível. Destilação é a purificação do Eu não nascido - tudo o que realmente somos e podemos ser.
Na sociedade, a experiência de destilação é expressa como a ciência e a experimentação objetiva.
Em Níveis Planetários Destilação é a realização do poder de maior amor, como a força da vida em todo o planeta gradualmente procura tornar-se uma força na natureza com base em uma visão compartilhada da Verdade.
COAGULAÇÃO
CORONÁRIO
Quimicamente , a coagulação é a precipitação ou a sublimação do Fermento purificado por destilação. Na Experiência arcana, coagulação é representada por um pó laranja-avermelhado de enxofre puro misturado com o composto de mercúrio terapêutico, de óxido de mercúrio vermelho. Os alquimistas acreditavam que poderiam instantaneamente aperfeiçoar qualquer substância na qual ele fosse adicionado.
Psicologicamente, a coagulação é detectada como uma nova "confiança" que está além de todas as coisas, ainda que muitos o experimentem como um segundo corpo de ouro fundido de luz, é um veículo permanente de consciência que encarna as mais altas aspirações e evoluções da mente.
Na sociedade, é a sabedoria viva que todos existimos dentro da mesma luz da consciência evoluida e conhecimento da verdade.
Em Níveis Planetários a coagulação é um retorno ao Jardim do Éden, desta vez em um nível mais elevado em sintonia com a mente divina.
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As Sete Operações Alquímicas (parte I)
By : Ricardo
“A ciência alquímica não se ensina; cada qual deve
aprendê-la por si mesmo, não de modo especulativo, mas
sim com a ajuda dum perseverante trabalho, multiplicando
os ensaios e as tentativas, de maneira a submeter sempre
as produções do pensamento à verificação da experiência.
Aquele que teme o labor manual, o calor dos fornos, a poeira
do carvão, o perigo das reações desconhecidas e a insônia
das longas vigílias esse nunca saberá coisa alguma.”
Fulcanelli
A alquimia é uma das principais ciências dentro do ocultismo, junto com a astrologia e a prática mágicka.
Os processos alquímicos ocorrem em três planos; o mental, o físico e o espiritual. Todas as experiências realizadas pelos alquimistas ocorrerão nestes três planos, por exemplo; uma transmutação:
Você transmuta um metal, durante esse processo você transmuta a mente e consequentemente o espirito também é modificado.
Começamos decifrando os escritos que são constituídos de metáforas e duplos sentidos, trabalhamos assim a mente, despertamos a nossa paciência e aprendemos a entender o universo com base nas reações das substâncias que manuseamos em laboratório fisicamente e com o conhecimento que vai sendo adquirido a nossa vibração espiritual acaba por se alterar para uma mais elevada que aquela que tínhamos quando demos início aos estudos.
Existem três principais operações dentro da alquimia, cada uma delas possui um significado físico, um mental e outro espiritual.
CALCINAÇÃO
CHAKRA BASE
A calcinação é a primeira operação alquímica.
Quimicamente, o processo de calcinação consiste em aquecer uma substância num cadinho ou sobre uma chama aberta até que seja reduzida a cinzas.
No Experimento Arcano, a calcinação é representada pelo ácido sulfúrico, que os alquimistas criavam a partir de uma substância que ocorre naturalmente denominada vitríolo. O ácido sulfúrico é um poderoso corrosivo que corrói a carne e reage com todos os metais, exceto o ouro.
Psicologicamente, isso é a destruição do ego e nossos apegos a posses materiais. A calcinação é uma entrega deliberada de nossa própria arrogância, ela acontece através de uma variedade de disciplinas que inflamam o fogo de introspecção e auto avaliação.
Na sociedade, a calcinação é expressa nos atos revolucionários de uma nação.
Em Nível Planetário é o fogo da criação, a formação de um meio ambiente saudável a partir de matéria fundida e cinzas vulcânicas.
DISSOLUÇÃO
CHAKRA SEXUAL
Quimicamente, é a dissolução, das cinzas da calcinação, em água. No Experimento Arcano, Dissolução é representado por óxido de ferro ou ferrugem, que ilustra os poderes potencialmente corrosivos da água, mesmo no mais duro dos metais.
Psicologicamente, isso representa mais uma quebra de estruturas artificiais da psique por imersão total na parte inconsciente, irracional, feminina ou rejeitada de nossas mentes. Trata-se, em grande parte, de um processo inconsciente em que nossas mentes conscientes largam o controle para permitir o surgimento do material enterrado. É abrir as comportas e gerar uma nova energia das águas retidas. Dissolução pode ser vista como um "fluxo" que nos leva a romper o preconceito para alcançar o que realmente é desejado.
Na sociedade simboliza estilos de vida baseados na agricultura onde o contato com a natureza é maior.
Em Nível Planetário a dissolução é o Grande Dilúvio, a limpeza da terra de tudo que é inferior.
PLEXO SOLAR
Quimicamente, é o isolamento de componentes de dissolução por meio de filtração rejeitando qualquer material inautêntico ou desprezível.
Na Experiência arcana, separação é representada pelo composto de carbonato de sódio, o qual se separa da água. Os mais antigos depósitos conhecidos estão no Egito. Os alquimistas por vezes se referiam a este composto como Natron, o que significava a tendência comum que todos os sais possuem de formar corpos sólidos ou precipitados.
Psicologicamente, este processo é a redescoberta da nossa essência e a retomada do sonho o "ouro" anteriormente visualizado pela parte feminina e rejeitado pela parte masculina e racional de nossas mentes. Trata-se, em grande parte, de um processo consciente em que analisamos o material anteriormente escondido e decidimos o que descartar e o que reintegrar à nossa personalidade refinada. Grande parte deste material é formado de coisas sombrias, coisas que nos envergonhamos ou que nossos pais, escolas ou igrejas ensinaram a oprimir. A separação é deixar para traz as restrições que nos foram infligidas e libertar nossa verdadeira natureza, para que possamos assim, brilhar.
Na Sociedade , Separação é expressa como a criação de clãs, cidades e nacionalidades. Separação no Nível Planetário é representado pela formação de massas de terra e ilhas das forças poderosas do ar, água, terra e fogo.
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A Alquimia Negra
By : Unknown
“Escuro e nebuloso é o início de todas as coisas, mas não o seu fim.” Kalil Gibran
A Alquimia é uma antiga arte, combinando aspectos da química, filosofia, física, matemática, astrologia/astronomia/ e espiritualidade. Na época onde ciência e religião não se contrariavam, pelo contrário, se complementavam – o homem iniciou uma busca pelo conhecimento interno e externo que nos deu as bases para a ciência moderna. Com o tempo e de certa forma a “regressão” espiritual do coletivo humano, ciência e religiosidade foram se segregando, chegando mesmo ao cúmulo de se oporem nos tempos modernos.
Como já foi dito no texto “Comentários sobre o Caminho Sinistro”, a Mão Esquerda não é uma trilha ligada a ignorância, mas sim ao conhecimento. A raiz “FHM” (FHAM – FHEM) do árabe servem tanto as palavras “Escuridão” quanto a “Conhecimento/Sabedoria”. A Alquimia Negra é, portanto, a Alquimia ligada ao Conhecimento Interno/Externo do Adepto. Dentro do conhecimento externo, não há somente (mas também há, como dever) os conhecimentos “mundanos” mínimos necessários, absorvidos através de livros – escolas – professores normais do dia a dia, mas também através da experiência e vivência da vida em si.
Não se aprende nada sabendo apenas a teoria. A prática é parte intrínseca do caminho e isso é válido não apenas pra rituais, mas também para si mesmo. Vivenciar o amor e o ódio, a tristeza e a alegria, acumular experiências terrenas. Viajar sozinho pelo mundo, entrar numa briga – e perder! Ouvir uma música nova, criar algo, ser um artista – ou destruir algo totalmente. Conhecer novas pessoas e odiá-las ou não. Cada momento, cada segundo de vivência é parte da mágicka obscura, onde o desconhecido é trazido a Luz e absorvido pela Anima Acausal, que se torna mais forte e desenvolvida.
A “physis”, o corpo físico do adepto também deve ser exercitado. Exercícios, artes marciais, brigas na rua, trilhas, tanto faz. O importante é treinar e se tornar mais resistente que a média humana normal, para fins de defesa. Aprender a atirar, usar facas ou armas brancas. Saber onde mirar um golpe para derrubar alguém maior. Também faz parte da evolução alquímica
Do caráter Interno, há a Introspecção. Olhar para dentro de si mesmo, mergulhar em seu próprio Abismo – obter um código de conduta e segui-lo. Eleger um objetivo e cumpri-lo, ou falhar e buscar outra meta. Conhecer-se e conhecer seus limites. É a Lapidação da Alma para a evolução.
Dentro da Alquimia Negra (ou Sinistra), os três elementos Alquímicos utilizados são, conforme os símbolos apresentados acima, o Enxofre, o Sal e o Mercúrio. O Sal sendo o primitivo, representa o Subconsciente. Os símbolos exotéricos (largamente utilizados na Alquimia), as meditações, o Tarot, a Physis… todos atuam para a lapidação do Sal e sua transformação em Mercúrio. Do Mercúrio, temos a vivência, experiência, seguir o modo de vida Sinistro, e a prática em si dos rituais e das Artes Negras. E por fim, nos aspectos do Enxofre, temos a longa vivência, a experiência através dos Anos. A Sabedoria da Vida e o Conhecimento obtido pelos estudos, elevando o Homem a um novo estágio. O Homo Gálata, ou o “Ubermensch” de Nietzche.
Os rituais de passagem de grau em uma ordem adepta do caminho sinistro são pontos de transição entre estes elementos, que são uma metáfora para a condição humana. Entre estes momentos de transição estão a “Decomposição” (“Morte” metafórica do Adepto, experiência da passagem), a “Calcinação” (solidificação da Vontade), entre outros.
Há também os processos pelo qual o “elemento” (no caso o adepto) passa: do Nigredo (putrefactio – a passagem), o Albedo (Purificação do “elemento”), o Citrinnitas (ou operação Dourada – trabalhando a energia dos metais) e por fim o Rubedo, onde culmina a Alquimia na criação da “Lapis Philosophicus” através da Sagrada União.
Dentro do Satanismo Tradicional, tudo pode ser resumido a uma grande metáfora para a Alquimia Sinistra. Os ritos de passagem, os oráculos, os mitos são metáforas pra este desenvolvimento humano através das energias Acausais – e formas de manifestar este Acausal da Anima humana em seu potencial Máximo, para que o resultado final seja a obtenção de um Deus Negro em todo seu poder real.
É interessante o ponto dos Mitos. Como tratei nos posts anteriores, a “trindade” satanista é uma grande expressão dessa Alquimia. Da União Sexual entre a polaridade masculina (Satan) e feminina (Lilith) é gerada a “Lapis Philosophicus”, a Pedra Filosofal da existência eterna – o segredo daqueles que subjugam o tempo, assim como Caim, o filho. Um dos objetivos dos alquimistas do passado, exposto de forma esotérica. A “Imortalidade”, a subjugação de Kronos, para adentrar a morada dos Deuses Negros.
Diz-se que com o tempo, a tendência a Introspecção é aumentar. Conforme o Adepto avança na trilha Alquímica Sombria, ele busca por sua própria Luz Interna. Então a Magicka exotérica é deixada de lado, bem como as influências externas ao Universo, e passa a se focar somente no seu “Eu”. Evoluindo o “Eu” até seu potencial máximo, até mesmo a mágicka exotérica deixa de ser necessária, e o adepto se torna Uno com sua centelha Interna Acausal ( O Demônio Guardião/ Chama Negra Interna).
Consiste na Alquimia Negra, um dos caminhos esotéricos para destruir as ilusões e alcançar a verdadeira Luz.
Azi Dahaka
124 y.f.
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Página: Arauto do chaos
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A Taverna dos Profanos
By : RicardoQuantas vezes havia visto Sebastian sentado à mesa da taverna, com a face rubicunda, rodeado de vagabundos que sorviam suas palavras mágicas com olhar enlevado e queixo caído... Ele mostrava-se amargo após estas "orgias", como as chamava. Podia ouvir suas palavras ecoando do passado.
― Você reparou em minha performance hoje? ― Gostava de zombar de sí mesmo. ― Não foi um grande sucesso? Podia ter tido o mesmo êxito com um rebanho de ovelhas. Eles se maravilharam, riram e se horrorizaram, mas depois continuaram a pastar.
Como invejo e odeio gente assim! São animais estúpidos, mas, ao menos, nunca estão sozinhos. Aconchegam seus corpos quentes e fedorentos uns nos outros. Seus cérebros embotados tem os mesmos pensamentos confusos a respeitos de comida, bebida e sexo.
Sinto-me terrivelmente só entre eles...
O Leão Vermelho: O Elixir da Vida Eterna - Mária Szepes
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O Homúnculo
By : RicardoEm tempos arcaicos, no auge da civilização mágica, fora um ser humano. Criara uma obra prima, uma teoria aparentemente irrefutável que negava a existência da própria alma. Assim exilou o terceiro olho, a visão espiritual, do mundo dos homens. Para repor este olho, o que enxerga, o homem desenvolveu um cérebro central, que age como os dedos tateantes dos cegos. O homem não podia mais ver a verdade de forma imediata e real. Tinha de apalpá-la, pedacinho por pedacinho por meio da causa e efeito. O homúnculo celebrou seu feito tenebroso com a construção de um castelo, labiríntico e assombrado, onde os corredores conduziam a alma a um caixão, de onde não há ressurreição.
A civilização mágica foi a termo, destruída por cataclismos. Seus habitantes foram viver em planetas com atmosferas mais densas.
Contudo, o homúnculo, que aprisionou tantas almas como pássaros em sua armadilha mental, foi condenado a viver a ficção da morte.
A partir de então, desenvolveu uma monomania que negava a vida e tudo o que fizesse parte dela. Dissecou e esmagou todas a noções de calor, luz, movimento e fé, mas não soube prover a si próprio de nenhum apoio ou refúgio. Ao perseguir esses limites além do concebível, matou seus planos internos, tanto o físico quanto o astral. Pois, se lhe restasse o mais leve traço desses planos inferiores, teria descido ao plano físico mais baixo e se tornado uma rocha. Porém ele perdurava como uma moldura confusa e enferrujada em que o interior fora arrancado. Não tinha fluídos e forças, nenhuma das paixões e sofrimentos de ambos os planos.
Tornara-se assim um marginal a assombrar perpetuamente o portão fechado da ressurreição espiritual. "
O Leão Vermelho: O Elixir da Vida Eterna - Mária Szepes
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